top of page

Organoides e esferoides: como os modelos 3D estão transformando a pesquisa biomédica

Na última década, a bioengenharia deu um salto ao incorporar modelos tridimensionais (3D) na pesquisa biomédica. Diferentemente das culturas celulares bidimensionais tradicionais, os modelos 3D oferecem uma representação mais fiel da fisiologia humana. Entre as abordagens mais promissoras estão os esferoides e os organoides, ambos simulam aspectos fisiológicos importantes, sendo utilizados em pesquisas de câncer, desenvolvimento de fármacos e medicina regenerativa.


Organoides e esferoides

Qual a diferença entre organoide e esferoide?


Ambos são modelos tridimensionais utilizados na pesquisa biomédica, mas têm composições e aplicações distintas. Esferoides são aglomerados celulares simples, normalmente formados por um único tipo celular, usados em estudos de crescimento tumoral, toxicidade e regeneração básica. Já os organoides são estruturas complexas derivadas de células-tronco, capazes de se auto-organizar para formar mini-órgãos com múltiplos tipos celulares e funções específicas, como secreção, absorção e sinalização elétrica.


Avanços científicos e aplicações clínicas


Os modelos 3D possibilitam simulações mais realistas de processos fisiológicos e patológicos, com maior previsibilidade de resultados. Tecnologias como organ-on-a-chip e bioimpressão 3D estão sendo integradas a dispositivos microfluídicos e biomateriais, ampliando seu uso em ensaios clínicos, farmacologia e terapias regenerativas. Além disso, esses sistemas tridimensionais têm papel essencial na medicina regenerativa, ao permitir compreender melhor as interações celulares com o microambiente e favorecer a criação de tecidos artificiais mais funcionais para aplicações clínicas, como transplantes, regeneração de pele e reconstruções ósseas.


Estudos recentes mostram que organoides tumorais já estão sendo utilizados para testar a eficácia de quimioterapias em pacientes com câncer colorretal e pancreático, trazendo abordagens mais personalizadas ao tratamento. Modelos derivados de células-tronco também vêm sendo empregados para investigar doenças neurológicas, como autismo e epilepsia, possibilitando avanços significativos na compreensão do desenvolvimento embrionário e de mutações genéticas relacionadas a essas condições.


Quer entender melhor como os modelos 3D estão transformando a ciência?


No curso Engenharia Tecidual: Modelos de Cultivo 3D, a Profa. Dra. Leandra Baptista apresenta os fundamentos dos esferoides, organoides e outras tecnologias emergentes da bioengenharia. Aprenda como essas abordagens estão revolucionando a pesquisa biomédica e ampliando as possibilidades da medicina regenerativa.

Comentários


​​(19) 97136-0923

(19) 3114-6400

CONTATO@R-CRIO.COM

  • Instagram
  • LinkedIn
  • YouTube

R-CRIO CRIOGENIA S/A

CNPJ: 19.208.189/0001-30

Rua Cumarú, 204, Alphaville Empresarial

Campinas/SP

13098-324

© 2025 Criado por R-Crio Criogenia S/A. 

bottom of page
ad880a26fb29343a62c2c0de2bb276d134b07eb9