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Fome emocional: o que está por trás da vontade de comer

Atualizado: 14 de jul. de 2025

A fome é um ponto importante quando falamos sobre controle de peso, mas nem sempre tem relação direta com a necessidade física de comer. Segundo dados do Ministério da Saúde, 57,2% da população brasileira está acima do peso. Grande parte dessas pessoas enfrenta o efeito sanfona, causado por dietas restritivas e ineficazes a longo prazo. No entanto, o verdadeiro desafio para muitos é a fome emocional, que surge como uma resposta a sentimentos como ansiedade, estresse ou tédio, e não à fome física.

A fome emocional ocorre quando comemos em resposta a sentimentos como ansiedade, estresse ou tédio. Isso frequentemente resulta em um ciclo vicioso de dietas fracassadas e ganho de peso recorrente, dificultando o emagrecimento. “Para que o emagrecimento seja definitivo, é essencial observar as emoções e trabalhar a cura da fome emocional”, explica a psicanalista e especialista em Fome Emocional e Neuroemagrecimento, Bruna Abrão. Portanto, entender esses sinais ajuda a alcançar resultados mais duradouros.

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A vontade de comer, as emoções e suas causas

A fome emocional geralmente está relacionada a fatores psicológicos. Segundo Bruna, as emoções são frequentemente os gatilhos para a ingestão de alimentos, funcionando como uma tentativa de preencher vazios emocionais. “Por isso, dietas restritivas, muitas vezes, não geram resultados sustentáveis. Sem tratar a causa emocional, o peso acaba retornando”, ressalta.

Além disso, pesquisas indicam que até 80% das pessoas que buscam emagrecer enfrentam algum grau de fome emocional. Nos últimos anos, o número de brasileiros que procuram ajuda terapêutica para lidar com essa questão tem aumentado significativamente, evidenciando a necessidade de tratar o aspecto psicológico para alcançar resultados permanentes.

Supere a fome emocional

A psicanalista explica que a superação da fome emocional tem início com o autoconhecimento e a conscientização. “O emagrecimento não começa pela alimentação, mas pela mente”, afirma. Para que o processo de emagrecimento funcione de maneira definitiva, é fundamental reconhecer as emoções que estão por trás do comportamento alimentar. Ela também destaca que o acompanhamento multidisciplinar, com apoio psicológico e nutricional, é indispensável para o sucesso.

A profissional compartilha sua própria experiência e diz: “Vivi esse ciclo por 15 anos e só consegui o emagrecimento definitivo quando entendi as emoções que me levavam a comer. Não se trata de privação, mas de consciência.”

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Reconheça a fome emocional 

A fome emocional, muitas vezes, passa despercebida e reconhecer esse comportamento é o primeiro passo para romper o ciclo das dietas frustradas.  “Quando você se permite olhar para dentro e tratar essas questões de maneira consciente, o emagrecimento acontece de forma natural e sustentável. Essa abordagem vai além das dietas, sendo uma verdadeira jornada de autocompaixão e transformação, o que permite resultados mais duradouros e mais bem-estar”, finaliza Bruna.

 
 
 

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