Você já parou para pensar que ser mãe é viver um turbilhão de emoções? Tantos sentimentos florescem, mesmo em momentos tão simples! Aquela felicidade ao acordar com o filhote na cama, aqueles dias em que você morre de rir com as perguntas malucas do seu filho e até mesmo as noites mal dormidas de preocupação com uma gripe. E com tantas emoções, sabemos que algumas ocasiões da maternidade são transformadoras.

Por isso, convidamos todas as Supermães que escolheram guardar células-tronco de seus filhos aqui na R•Crio a nos contar uma história marcante da maternidade delas. Neste texto, você lerá histórias contadas por 4 dessas mães. Elas foram sorteadas e ganharam um lindo relicário de presente de Dia das Mães. Leia e emocione-se com a gente!

Todas as emoções de 4 mães

As diferentes emoções que as mamães vivenciam transformam cada situação em uma deliciosa lembrança, seja pelo momento ou pelo aprendizado que ela traz. Guardar células-tronco dos pequenos com certeza é uma dessas boas histórias que essas mães têm para contar.

Na vida da Aline Rodrigues Silva, porém, o turbilhão de emoções começou bem antes do momento de armazenar as células-tronco do filhote. Olha só a lembrança emocionante que ela mandou pra gente sobre a chegada do seu filho João Lucas:

“Minha emoção em ser mãe começou quando o telefone do meu marido tocou e ele ficou sem fala: era a assistente social dizendo que nosso filho havia chegado. Foi um turbilhão de emoções esperar o dia seguinte para conhecer o rosto do meu filho. Agora… ser mãe é uma emoção diferente a cada dia. Ele acorda falando “eu te amo”. Ser mãe é a melhor parte de mim.”
(Aline, mãe do João Lucas)

A Gabriela Gomes Soares é mãe da Carolina e também mostrou pra gente como ser mãe é viver deliciosas emoções. Tanto é que no depoimento ela reuniu diversos dias que marcaram a trajetória dela como mãe. E adivinha qual foi uma das grandes emoções dela? O dia em que a Carol extraiu os dois dentinhos de leite para guardar células-tronco dela. Olha só todas as emoções dessa mamãe:

“Ser mãe é maravilhoso. Não me lembro de desejar mais uma coisa na vida do que ser mãe! O dia do POSITIVO foi um dos dias mais felizes da minha vida, só superado pelos que se seguiram.

Todos os dias tenho deliciosas surpresas em ser mãe! O dia em que de fato se realizou o nosso encontro, o dia tão esperado para tê-la nos braços, amamentar, cuidar, esperar pelo primeiro sorriso, primeiro dentinho, primeiras palavras, primeiros passinhos! Ah, o dia em que ela disse “mamãe”, um dia mágico que não sai nunca das minhas memórias mais felizes! O primeiro dia das mães, a primeira gracinha, a primeira piada, a primeira vez que disse que me ama porque me diz isso toda hora e morro de amor a todo momento! O primeiro dentinho que caiu, o dia em que tive que extrair dois dentes dela para o armazenamento das células-tronco, o jeito incrível que ela conta essa experiência que foi muito mais difícil pra mim do que para ela, que sempre tirou e tira de letra todas as situações em que me vejo sem saída!

A luz do meu caminho, o mais lindo e desafiador presente que Deus pode dar a uma mulher! A maior realização da minha vida, com certeza absoluta, é ser mãe da Carolina! Ela é doce, amorosa, inteligente, feliz e muito educada! Realmente sou uma mamãe de muita sorte e extremamente agradecida pela maravilhosa chance de poder gerar e criar um ser humano como ela!”(Gabriela, mãe da Carolina)

A Derize Scalea é mãe do Luiz Otávio e conseguiu colocar em palavras tantas emoções que viveu nos primeiros dias de vida do filho. O Luiz nasceu prematuro e ela só conseguiu segurar o menino nos braços depois de 8 dias. Só quem é mãe consegue sentir junto com ela essa emoção mesmo! Veja o depoimento completo e emocionante dessa mamãe:

“Sem dúvidas, nessa minha caminhada de mamãe de primeira viagem, e ainda por cima de bebê prematuro, o momento que mais me marcou e ainda hoje me emociona foi o dia em que pude pegar meu bebê no colo pela primeira vez, o que aconteceu só depois de 8 dias de nascido. No início, meu único contato com ele era pelo toque das mãos que entravam na abertura da incubadora. Sendo assim, no dia que pude colocá-lo no meu colo e amamentá-lo foi inexplicável a minha sensação e o amor que senti ao ver aqueles olhinhos olhando para mim, [ele] se sentindo acolhido e protegido finalmente no lugar em que deveria estar desde o primeiro dia de vida… meu colo! Sensação de felicidade, alívio e vitória que não cabe em mim até hoje e escorre pelos olhos ainda quando conto… pode parecer um momento simples ou corriqueiro e sem tanta emoção pra quem não é mãe, porém acho que esse momento e a sensação que senti nessa hora ficarão pra sempre em mim… com tudo isso que passamos com meu filho na UTI, aprendi a valorizar a simplicidade das coisas e a aproveitar cada momento. Hoje ele tem 1 ano e é um lindo menino, forte e saudável!”
(Dezire, mãe do Luiz Otávio)

A Laci de Rocco teve uma deliciosa surpresa aos 39 anos: a Antonella. No depoimento, ela contou quantas emoções surgiram até a chegada da filha. Ela já tinha, inclusive, acostumado com o fato de não ser mãe biológica. Leia a história desse presentão que é a Antonella!

“Ser mãe não é uma tarefa fácil. É literalmente um coração batendo fora do peito.
Com 35 anos me separei, após um relacionamento de 10 anos. Durante o casamento, meu ex-marido foi diagnosticado com azoospermia (ausência de espermatozoides) e eu já havia passado por uma cirurgia para verificar endometriose e ovário policístico. Na ocasião havia me habilitado para um programa junto à USP e, também, pensava em adoção, mas a separação foi inevitável.

Logo após a separação recebi um e-mail da USP avisando que havíamos sido selecionados, mas era tardio. Iniciei um novo relacionamento aos 37 anos, mas já sem expectativa de filhos, uma vez que o meu companheiro já tinha um menino de 9 anos e, já havia aceitado a ideia de não ter filhos. As festas de um ano de idade dos filhos dos meus amigos já não eram mais uma tortura para eu frequentar…

O nosso método anticoncepção era a camisinha e, em certa ocasião se rompeu. Eu já contava com 39 anos nesta ocasião.”
(Laci, mãe da Antonella)

Quanta história bonita, não é mesmo? Todas elas nos levam a uma única conclusão: mães são aquelas capazes de sentir todas as emoções possíveis e sempre com um sentimento inigualável: o amor incondicional por seus filhos.

Aqui na R•Crio, nomeamos as mamães que escolheram guardar as células-tronco dos seus filhos como Supermães. Mas com tanta história emocionante que recebemos, fortalecemos nossa imagem sobre elas: elas são super em tudo.

Quer guardar células-tronco do seu filho também?

Essas mães guardaram as células-tronco que estavam presentes nos dentinhos de leite dos pequenos. Você também pode dar essa segurança extra para o seu filho! Separamos 3 conteúdos que podem te ajudar a saber mais sobre o armazenamento:

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